segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dia de campo em Campina da Lagoa e Nova Cantu

A cooperativa Coagru realizou na sexta-feira (30/01), em Campina da Lagoa, e na segunda-feira (02/02), em Nova Cantu, dia de campo com a cultura do milho. Em Campina da Lagoa foi realizado na propriedade do Edno Nóbrega e, em Nova Cantu, de Ademir Bórgio.
Em cada evento compareceram mais de cem agricultores, que puderam conferir os produtos de 9 empresas, com 49 variedades de milho e uma de fertilizantes. O foco maior do evento é em torno do milho 2ª safra, por ele ocupar a maior área de plantio de inverno.O objetivo da Coagru na realização destes dias de campo, nos entrepostos, é demonstrar como cada variedade se desenvolve naquela localidade. Embora estejam próximas, sofrem diferenças, principalmente climáticas. (Redação e Foto: Edcarlos Pereira / Assessoria)

DE VOLTA AO HABITAT

Gosto de ver na TV Vale aquelas reportagens produzidas pela Emater, onde são destacadas ações que levam famílias rurais a conseguirem maior geração de renda na diversificação da produção em suas terras e como conseqüência conquistam melhor padrão de vida. Enche-nos os olhos (não de inveja, mas de prazer) o êxito alcançado por tais famílias e a vida modesta que reluz muito mais alegria que o luxo exorbitante de certos ambientes urbanos. Quem se criou na roça, não esquece suas raízes.
Fico a pensar que também em Ubiratã precisaríamos encontrar formas de fixar o homem do campo em seu ambiente de trabalho, evitando torna-lo um dependente de empregos na cidade. Com conhecimento de causa posso afirmar que a tecnologia da agricultura mecanizada dos tempos modernos em praticamente nada garante a fixação do homem no campo, se este possuir pouca terra ou for um pequeno arrendatário. Lavouras que não empregam a mão-de-obra braçal disponível em tais famílias não dão camisas aos pequenos produtores, justo porque o seu lucro é a máquina quem vai comer. Tratores e colheitadeiras, pulverizadores, produtos agro-químicos e os caminhões do frete consumirão aquela parcela do retorno na safra, que seria exatamente o lucro do trabalhador.
Em nossa região estamos vivendo a euforia da implantação da avicultura de corte, um grande passo para a industrialização e geração de novas oportunidades. Mas, agricultor de berço e muitos anos de trabalho como fui, sinto-me cético quanto ao resultado deste programa para aqueles homens e mulheres que quanto eu, possui lá uma pequena área de apenas uns minguados alqueires paulistas. Não que eu esteja me posicionando contrário a este projeto; muito pelo contrário: há vários anos tenho acompanhado as discussões sobre o assunto e vejo que é um meio de redenção econômica tanto para o município de Ubiratã quanto para os da circunvizinhança. Mas não novidade a ninguém que quem tem pouca terra fica fora do programa.
Quem se aventurar a comprometer o valor total de sua área no financiamento de um aviário poderá colher os resultados promissores desta opção, com certeza, mas tanto quanto eu, certamente muitos não terão coragem de fazer isto. Mesmo porque nem entregando toda a terra, o valor seria suficiente para pagar um aviário. E daí, que opção vai nos restar?
A agricultura de subsistência já não está sendo o suficiente para que uma família sobreviva dignamente encima de pouca terra. As opções modernas são caras demais. Tais famílias então estão fadadas ao sumiço de suas atividades agrícolas e incharão as filas que vão bater às portas de empresas e prefeituras, à caça de um emprego que renda salário fixo. Ou ao menos um trabalho temporário. E não basta ter qualificação, pois o mercado de trabalho está lotado de diplomados, muitos dos quais nem tão preparados quanto diz o diploma e que têm emprego garantido, enquanto outros verdadeiramente mais competentes são relegados à margem do mercado de trabalho por lhe faltar padrinhos.
Para muitos trabalhadores da roça o que falta é oportunidade para implantar uma nova atividade em suas terras. Iguais àquelas que vemos em muitas reportagens produzidas pela equipe da Emater e mostradas periodicamente na TV Vale. Não é necessário dar o peixe nem a vara, mas apenas ajudar a desbravar o caminho onde chegar ao rio que tenha peixes: o resto a gente faz. Quando muito, um financiamentozinho pra ajudar a facilitar as coisas. Não é necessário dar terra, casa e comida de graça: aqueles que esperam isto, em grande parte não querem é trabalhar. Não há necessidade de criar nenhum novo movimento de classe à base de invasões arbitrárias e criminosas tanto quanto as que já se registraram por este Brasil a fora. Basta! Este povo não é agricultor, mas agitadores e usurpadores dos direitos legitimamente adquiridos. Muito mais do que dividir a terra em reforma agrária, é necessário fixar no campo aqueles que de lá já são.
Neste assunto o município de Ubiratã está precisando se recompor. É hora dos poderes constituídos e as agremiações de caráter se unirem em torno de um projeto que permita às famílias viverem com dignidade encima mesmo de pouca terra. Serão mais empregos na cidade e maior giro na economia. Com certeza já existem propostas em prática, produzindo efeitos positivos. Mas, se olharmos para a Ubiratã do futuro que queremos ter, precisamos fazer mais. Muitos mais. E urgentemente. Nem é preciso esperar das hostes de Brasília ou Curitiba. Idéias geniais podem surgir aqui mesmo, quem sabe através dos muitos estudantes de nossa cidade. Que eles ponham a cabeça pra funcionar, em busca de um projeto inovador, barato e eficaz, para a fixação do homem do campo em seu habitat.Anseio pelo dia em que a Emater local possa encabeçar alguma iniciativa em que o produto principal seja: apontar um caminho para transformar a vida do homem e da mulher que residem no campo e lá querem permanecer, mesmo dispondo de apenas um hectare, dois hectares ou três, um alqueire e meio ou dois... Certamente serei um dos primeiros a abraçar esta causa e assim abrir mais uma vaga de emprego aqui na cidade, principalmente se esta vaga for ocupada por alguém que por forças das circunstâncias não dispõe da regalia de possuir um pequeno pedaço de chão para encima dele trabalhar, viver e em paz esperar o momento de morrer. (Artigo de Odair Roberto)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Descobertos problemas graves na Saúde de Anahy

A secretaria de Saúde do município de Anahy será alvo de um trabalho a ser realizado pelo Instituto Ambiental do Paraná, IAP. O problema descoberto há poucos dias deve dar “pano pra manga” e o Ministério Público da Comarca de Corbélia poderá entrar em ação, para que os responsáveis pelos atos errados dêem as devidas explicações.
De acordo com informações fornecidas pessoalmente pelo vice-prefeito Orleu Bravin, que assumiu a secretaria de Saúde de Anahy, muitas pessoas procuravam a farmácia do posto em busca de remédios, mas eram informadas na recepção que o posto não dispunha de tais remédios. Numa dessas ocasiões ele próprio foi procurado e acabou descobrindo que o Posto possuía uma grande quantidade de remédios estocados. O pior é que parte dos remédios estava com validade vencida ou próxima de vencer. “Alguns são remédios caríssimos”, explicou Orleu. Alguns lotes são de origem do Governo Federal.
Acredita-se que os remédios eram propositadamente retidos para reforçar aquela problemática vivida no município no ano passado, quando a municipalidade deixou de repassar remédios à população para esquentar ainda mais as discussões contra o então grupo de vereadores da oposição, que levaram o caso para discussões na Câmara Municipal e terminou envolvendo o Ministério Público. Outra coisa que Orleu descobriu é que os remédios receitados aos pacientes eram sempre de marcas não disponíveis no Posto, forçando aquisição em farmácia que fornecia para a municipalidade. “Com a mudança de médicos que fizemos, agora a coisa é diferente”, informou Orleu, que acredita que a situação do Posto estará normalizada dentro de pouco tempo.
Para complicar a situação, Orleu Bravin também descobriu que o município não está cadastrado junto ao Conselho Regional de Farmácia, além de não possuir o Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Saúde. E para completar as descobertas macabras no setor de Saúde de Anahy, Orleu recebeu uma denúncia de um munícipe e ao conferir a informação encontrou um grande problema: aos fundos do terreno onde está construído o centro municipal de Saúde há duas fossas devidamente cobertas com lajes, bem às vistas da sala usada pelo responsável pelo setor. Ao conferir as fossas Orleu descobriu que se trata de depósito de remédios e outros materiais do setor. Entretanto, não se sabe qual a profundidade de tais fossas nem há quanto tempo elas existem. Para tanto, a administração comunicou o fato à regional do IAP, situada em Cascavel, e uma vistoria no local aconteceu na tarde de terça-feira, 27. Como a municipalidade planeja ampliar os espaços físicos do prédio e então ocuparia o local onde estão situadas as fossas usadas para recolher remédios descartados e outros materiais do setor, o IAP acompanhará a situação. A maior preocupação agora, tanto para a municipalidade quanto para o IAP, é quanto à possibilidade de tais fossas terem causado contaminações no lençol freático.Com as descobertas dos diferentes problemas do setor de Saúde do município de Anahy, acredita-se que a Justiça poderá responsabilizar os envolvidos, principalmente no caso dos remédios retidos e das fossas para depósitos de remédios e materiais descartados. De imediato as atenções recaem sobre os responsáveis diretos, como o ex-prefeito Valdemar José Bosi e o então secretário de Saúde do município, Odair Miranda. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

BFC supera metas no alojamento de frango de corte

A expansão do programa de avicultura de corte na região de Ubiratã está sendo de tal tamanho que já superou metas estipuladas pelos profissionais envolvidos com a atividade. Os números foram apresentados na sexta-feira da semana passada, 23, durante o dia de campo acontecida na unidade experimental da Coagru. Além de um estande com exposição de fotos e gráficos da situação da avicultura de corte no programa desenvolvido pela BFC Alimentos os visitantes também puderam conhecer um aviário real, em proporção bem reduzida, onde estavam alojadas dezenas de frangos em fase de desenvolvimento.
A equipe da BFC fez explanação sobre a construção do abatedouro de aves, cujo cronograma está dentro do previsto, segundo declaração de Claudemir Pereira de Carvalho, o Cavalini, vice-presidente da empresa. Já nos números de aviários e aves alojadas a novidade apresentada aos participantes do dia de campo foi que o patamar previsto para o mês de junho vai ser alcançado já no mês de março. Um milhão, cento e oitenta mil aves estavam alojadas naquela data, com a previsão de que em 30 de março esse número chegue a dois milhões, o que daria suporte para o funcionamento do abatedouro. “Essa meta de dois milhões de aves alojadas estava prevista para o dia 30 de junho de 2009”, informou Cavalini, salientando a importância da empresa estar 90 dias à frente das estimativas na quantidade de aves que devem estar à disposição do abate quando o abatedouro entrar em funcionamento no final do ano. “Vamos estar abatendo a partir de março em torno de 40 mil aves por dia”, assegurou o vice-presidente da BFC.
Atualmente são 94 novos aviários em construção dentro do programa de avicultura de corte implantado pela Coagru e que origem à BFC. O maior número está no município de Ubiratã, onde são 46 novos aviários em andamento. Campina da Lagoa tem 15 novas unidades, seguido de Nova Cantu com 10. Em Altamira do Paraná são 08 aviários em construção, 07 em Anahy e 06 em Juranda. E o município de Mamborê também está envolvido no programa e já tem dois aviários em construção.Na opinião de Cavalini isto demonstra a credibilidade e a confiança que o quadro social deposita na diretoria e na cooperativa. Isto se torna de grande importância para a concretização das metas a serem cumpridas durante o ano de 2009. Na ocasião o vice-presidente adiantou que nas próximas semanas serão divulgadas importantes informações sobre o andamento do programa de avicultura de corte, bem como da construção do abatedouro. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Henrique Salla começa segundo mandato em Mamborê

Na segunda-feira, dia 02 de fevereiro, a prefeitura do município de Mamborê volta aos trabalhos normais, depois de férias coletivas para o quadro de servidores. No comando do Executivo o prefeito Henrique Sanches Salla dedicou o mês de janeiro para preparar o seu segundo mandato consecutivo. Uma das preocupações do alcaide mamboreense é a de oferecer ainda maior transparência em sua administração e para tanto busca informações em pessoas especializadas, com vistas a evitar erros. Uma marca de sua administração foi o trabalho com pulso firme, responsabilidade e segurança, o que ele quer repetir em seu segundo mandato.
A exemplo de outros prefeitos da região, Henrique Salla já esteve em Curitiba, onde efetuou contatos em busca de conquistas para o município de Mamborê. Com as parcerias que estão sendo articuladas com o Governo do Estado o prefeito Salla está bastante confiante e nutre boas expectativas para o novo mandato.
O início do ano letivo é um período de certas preocupações para as administrações, mas em Mamborê a situação está sob controle, onde 17 ônibus da secretaria de Educação realizam o transporte escolar. O prefeito garantiu que os veículos foram mantidos sempre revisados durante toda administração passada. Mesmo assim, as revisões necessárias foram feitas no decorrer do mês de janeiro para que a frota esteja pronta para atender à expectativa da população em principalmente dos alunos.Salla aponta que a Educação é a preocupação imediata de todo administrador público, como também é a Saúde. Em Mamborê a preocupação do chefe do Executivo também é com o setor urbano, que precisa ser melhorado ainda mais. “Precisamos melhor o visual, embelezar a nossa cidade, para dar o contentamento à nossa população, aos nossos visitantes e aos investidores do nosso município”, afirmou. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Coagru realizou dia de campo com êxito

Na sexta-feira da semana passada aconteceu o dia de campo da cooperativa Coagru. Centenas de pessoas acompanharam as explanações acontecidas na Estação Experimental da cooperativa, situada à margem norte da BR 369, próximo ao Posto de Polícia Rodoviária de Ubiratã. Caravanas de cooperados vieram de todos os entrepostos. O dia de campo teve início com público de aproximadamente 800 pessoas.
“É uma oportunidade que temos para trazer aos cooperados da Coagru as mais novas tecnologias nas culturas da região”, garantiu José Carlos Braciforte, engenheiro agrônomo responsável pelo Departamento Técnico da cooperativa. O dia de campo teve enfoque em soja e milho, mas os visitantes conheceram outros experimentos.
A unidade experimental das Coagru possui trinta estações, onde estiveram onze empresas produtoras de sementes de milho, seis produtoras de sementes de soja, outras seis empresas de defensivos agrícolas, quatro empresas de fertilizantes e três empresas de tecnologia da própria Coagru. Os visitantes puderam conhecer 50 variedades de soja e 57 híbridos de milho. Muitos destes materiais já são conhecidos e alguns eram em lançamento.
Para o diretor presidente da cooperativa, Áureo Zamprônio, a agricultura só vai para a frente se acompanhar a tecnologia. Segundo ele, a Estação experimental da Coagru possui o que há de melhor e mais moderno em soja, algodão e milho. Por isto o dia de campo se torna uma boa opção para que os produtores conheçam as novidades. “No dia de campo o agricultor tem uma oportunidade interessante: como aumentar a produtividade e como diminuir o custo de produção, e com isto ganhar mais dinheiro”, foi o comentário feito a respeito do evento pelo diretor vice-presidente da cooperativa, Valdir Aparecido D’Alécio.
SECA – Quando da abertura das atividades do dia de campo o diretor presidente fez apelo aos associados para que entreguem a produção na Coagru e ajudem a cooperativa se fortalecer ainda mais. Por ser ano atípico, certamente outras empresas procurarão os produtores, com intenção de adquirir a produção. Zamprônio lembrou que o fortalecimento da cooperativa se dá nas ações que o cooperado realiza, adquirindo os produtos da cooperativa e entregando nela a sua produção.Já o engenheiro agrônomo José Carlos Braciforte reconhece que a estiagem foi severa na região e a estimativa é de perdas entre 30 a 35% para as culturas de soja e milho. Segundo ele, há áreas em que a queda está em apenas 10%, mas em outras propriedades chega-se a 80% de perdas na produção, devido à estiagem. Braciforte acredita que a média da produção de soja será em torno de 80 ou 90 sacas por alqueire, o que daria apenas para cobrir os custos de produção. “É uma situação preocupante”, comentou, apontando para o ponto positivo que foi a significativa recuperação dos preços pagos pelos produtos. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Novo prefeito de Laranjal busca a retomada do crescimento

O município de Laranjal passou por sérios problemas políticos no decorrer do ano de 2008, quando o prefeito Juvenal Taborda de Miranda foi afastado e em seu lugar assumiu o vice-prefeito Gerson Barbosa Ramos. O drama político avançou até o fim do mandato, para o descontentamento de grande parte da população, partidários e eleitores do prefeito afastado. Mas em cinco de outubro a população foi às urnas e depositou o voto de confiança em um dos três nomes apresentados. Assim, o Poder Executivo do município foi assumido em 1º de janeiro pelo candidato João Elinton, que em tempos passados também exerceu a função de vereador. Ultimamente Elinton atuava como funcionário de uma farmácia e dirigia a entidade que se dedica à recuperação de dependentes de álcool.
Atendendo com exclusividade à reportagem do Sistema de Comunicação do Vale o novo prefeito laranjalense comentou sobre as dificuldades que encontrou nestas primeiras semanas de governo, mas que está colocando a situação em ordem para que o município progrida. “Laranjal tem um IDH muito baixo”, comentou o prefeito, explicando o município tem população de aproximadamente sete mil habitantes e uma população trabalhadora. O prefeito defende que o próprio município tem de encontrar os meios para superar as dificuldades e uma delas é trabalhar com planejamento para bem aplicar o orçamento, com uma arrecadação que giram em torno de seiscentos mil reais mensais. “Laranjal está partindo para uma mudança muito grande na visão de entender a política”, explicou Elinton, salientando que sua administração será voltada para atender a população. “A solução está num bom planejamento; por isso vamos ficar aproximadamente mais sessenta dias estudando como vamos trabalhar”, afirmou. Para a população o pedido de João Elinton é de paciência, até que as coisas estejam devidamente organizadas.
Uma das vantagens que João Elinton terá em sua administração é de que a Câmara de Vereadores está disposta a trabalhar em parceria com o prefeito. No cenário estadual o município tem o respaldo do governo e lideranças ligadas ao PMDB, partido que em Laranjal apoiou a candidatura do prefeito eleito. Em recente viagem que João Elinton fez à capital recebeu a confirmação da conquista de uma escola-modelo, a ser construída pelo Governo do Estado, com área de trinta mil metros quadrados de área construída, incluindo até residências para professores. A Câmara Municipal de Laranjal realizou sessão para votar a doação de um terreno para esta obra e houve a contribuição de todos os vereadores para a aprovação da doação, pelo fato do impulso que esta obra oferecerá ao município, num investimento de cerca de nove milhões de reais. O terreno doado para a construção da escola fica próximo ao perímetro urbano, às margens da pista da PR 364, que liga Laranjal a Palmital.No setor rodoviário o município também será beneficiado com a construção desta unidade escolar, uma vez que o Governo do Paraná estadualizou a rodovia entre Laranjal e Palmital, que atualmente está em péssimas condições. Com a estadualização a rodovia receberá investimentos para a recuperação da malha viária. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Oposição monta denúncias falsas contra prefeito de Altamira

Em Boletim de Ocorrência datado de 24 de dezembro 2008 a Delegacia de Polícia de Altamira do Paraná registrou acusação contra pessoas envolvidas em crimes eleitorais transcorridos após o pleito de outubro último. De acordo com os registros, algumas pessoas tentavam aliciar testemunha para uma manobra visando criar um falso e mentiroso pretexto para se acusar o prefeito eleito, João Paulo de Castro Klipe, por supostas e falsas irregularidades eleitorais. Conforme foi noticiado à autoridade policial de Altamira do Paraná, os acusados tentaram ‘criar’ e ‘inventar’ testemunhas a fim de amparar uma eventual e mentirosa acusação contra o prefeito eleito em 05 de outubro.
Um cidadão residente em Curitiba que estava de férias em Altamira do Paraná procurou a Delegacia de Polícia daquela cidade para denunciar o constrangimento e pressão que vinha sofrendo. Tal constrangimento teria sido praticado pelo dia 16 de dezembro de 2008. Conforme a denúncia apresentada por este cidadão, tais pessoas o procuravam insistentemente para lhe oferecer dinheiro, dentre outras vantagens, caso concordasse em assinar declarações contra o prefeito eleito de Altamira do Paraná.
Os fatos foram denunciados à Juíza Eleitoral de Campina da Lagoa através de um Pedido de Providências, e tanto a juíza quanto a promotora de Justiça daquela Comarca determinaram a remessa do processo para a Polícia Federal de Cascavel, para investigar os envolvidos em tais ilicitudes eleitorais.Suspeita-se que outras pessoas de Altamira do Paraná estejam sendo cooptadas para apresentarem denúncias falsas e infundadas em relação às últimas eleições e tudo será objeto da referida investigação a ser conduzida pela Polícia Federal. Segundo informações do Cartório Eleitoral de Campina da Lagoa, o processo foi remetido para a Delegacia da Polícia Federal de Cascavel no dia 19 de janeiro deste ano. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)