segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ação conjunta resulta em recuperação de gado e prisão de homens

Na terça-feira, dia 02, policiais militares pertencentes aos Destacamentos Policiais Militares de Nova Cantu e Ubiratã, com a participação de patrulheiros do Posto de Polícia Rodoviária de Ubiratã e o Serviço Reservado da 2ª Companhia do 11º Batalhão de Polícia Militar, prenderam nove indivíduos acusados de envolvimento em roubo de gado no Sitio Leôncio, localizado na estrada do Cantuzinho, município de Nova Cantu. A propriedade pertence a Erenaldo Colman da Silva.
Segundo relato, por volta das 13:00 horas, vizinhos do Sitio Leôncio notaram a movimentação de caminhões boiadeiros na propriedade e indivíduos desconhecidos prendendo o gado na mangueira e embarcando em dois caminhões. Um dos vizinhos avisou o Destacamento da PM de Nova Cantu, que de imediato acionou os Destacamentos e o Serviço Reservado pertencentes à 2ª Cia do 11º BPM e o Posto da PRv de Ubiratã, que fizeram um cerco na região.
Por volta das 15:00 horas, policiais do DPM e do PRv de Ubiratã abordaram na BR 369 dois caminhões carregados de gado, os quais estavam sendo conduzidos por um individuo identificado pelas iniciais C.G.L., 44 anos, que conduzia o caminhão marca Ford Cargo, placas AOU-3393, e A.G.L., 29 anos, que conduzia o caminhão Mercedes Benz 1618, placas JLP-8313. Os dois caminhões transportavam a quantia de 39 cabeças de gado. Logo na seqüência das diligências foram presos mais cinco indivíduos: W.L.S.T., 40 anos; C.P.L., 36 anos; W.L.S., 19 anos; C.M.D., 22 anos e J.A.F., 38 anos de idade.
No município de Nova Cantu foram presos outros dois: D.N.M., 32 anos e L.A.S., 34 anos de idade. Na mesma operação foi apreendido um revólver calibre 38, uma pistola calibre 22, uma carabina calibre 22, duas espingardas calibres 16 e 24, vinte cartuchos calibre 22 intactos, seis cartuchos calibre 38 intactos, trinta cartuchos calibre 12 intactos e dezesseis cartuchos calibre 16, deflagrados. Também foi recolhido um Trator marca Massey Ferguson, modelo 292, e um trator marca Ford, modelo 7630.Quando do roubo do gado os meliantes arrombaram a porta da residência da sede do Sitio e de seu interior subtraíram uma garrucha, calibre 36, que foi encontrada na residência de W.L.S.T. que fica localizada na BR 369, próximo ao Trevo de acesso ao município de Nova Aurora. (Foto: Robson Favaro / TV Vale)

PM localiza donos dos tratores

Na quarta-feira, dia 04, a Polícia Militar identificou a procedência dos dois tratores apreendidos no município de Nova Cantu, na operação que resultou em apreensão de armas e prisão de vários homens acusados de integrar uma quadrilha envolvida com roubo de gado naquela região.Segundo nota divulgada pela PM na quinta-feira, os dois tratores pertencem a José Mauricio Marchinski e a Hardi Hentges e foram furtados em data de 28 de janeiro do corrente ano, da Fazenda Cambijú II, localizada na BR 376, próximo ao Posto Tibagi, no município de Ponta Grossa (PR). Segundo relato dos proprietários dos tratores – um de marca Massey Ferguson, modelo 292, e outro de marca Ford, modelo 7630 – ao chegarem para o trabalho na Fazenda Cambijú II, por volta das 07:00, verificaram que os tratores haviam sido furtados. (Foto: Divulgação)

Incêndio destrói casa na Vila Recife

Uma residência de madeira foi literalmente devorada pelo fogo na manhã de quarta-feira, 04. Situada à rua Bahia, a casa está na região da Vila Recife. Mesmo depois que o incêndio foi controlado a fumaça persistiu, necessitando novas ações para eliminar as chances de continuação do fogo.
De acordo com Valdeir José Ferreira, 25 anos, ele saiu cedo para o serviço e posteriormente sua esposa Damiana Gomes foi levar as crianças para a creche. Ela contou mais tarde que costumava deixar uma das crianças em casa, mas naquele dia resolveu leva-la também. Ao apagar uma luz para sair de casa, Damiana notou um pequeno barulho na lâmpada. Antes mesmo de voltar à residência o fogo foi percebido por vizinhos, que entraram em ação para tentar salvar alguma coisa.
Valdeir contou que reside na casa há cerca de cinco meses, paga aluguel e trabalha numa empresa de móveis. Mas o que tinha em casa foi destruído quase por completo, inclusive uma bicicleta que a filha ganhou no final do ano passado, em uma promoção da Rádio Nova Clube. Apenas alguns móveis foram retirados da residência em tempo. A família perdeu inclusive documentos pessoais.
A secretária de Ação Social, Luciane D’Alécio, esteve no local e procurou confortar a família. Ela informou que a moradora da casa sinistrada já é cadastrada na Ação Social e que será realizado um trabalho para ajudar a família a recompor dos prejuízos deixados pelo incêndio. Uma das primeiras preocupações foi providenciar local para que a família fosse alojada, o que foi possível com parentes do casal. Luciane D’Alécio também apelou para a ajuda da população, com doações de roupas e móveis, bem como outras coisas necessárias. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Vigilância Sanitária recolhe caminhões de lixo de residência

Foi preciso estar de posse do amparo do Poder Judiciário e da Polícia Militar, mas a Vigilância Sanitária de Ubiratã enfim conseguir realizar o que os vizinhos pediram até através de abaixo-assinado: retirar os lixos que eram guardados em uma casa pela própria moradora. No início a mulher apresentou resistência, fechando-se em casa e atirando objetos às pessoas, mas depois se ausentou e o trabalho pode ser realizado sem transtornos.
Da residência, localizada à rua Parigot de Souza, na quadra da Capela Mortuária, foi retirada uma grande quantidade de objetos oriundos do cemitério Municipal, como flores artificiais, imagens e quadros de santos, crucifixos e vasos. Em uma casinha aos fundos do terreno a situação estava ainda mais feia. Grande quantidade de roupas velhas estava amontoada, não tendo nem quase espaço para transitar entre a bagunça. Os policiais que atenderam à solicitação mostraram-se pasmados com tamanha quantidade de lixo sem nenhuma utilidade, que estava estocado no local.
Segundo os vizinhos, a moradora recolhe qualquer tipo de objeto que encontra pela rua e armazena em casa. Laudelina Batista Neves, responsável pela Vigilância Sanitária do município, explicou a moradora recebeu notificações e como não houve mudança no hábito foi necessário tomar tal atitude. Como há o cuidado com a proliferação do mosquito transmissor da dengue e também por ser necessário adentrar à área domiciliar, foi necessário uma autorização judicial e um oficial de Justiça acompanhou os trabalhos. Uma camioneta modelo F-4000 precisou fazer várias viagens para transportar todo o lixo recolhido no local. Para os policiais o receio era quanto à possível presença de animais peçonhentos entre os objetos. O próprio comandante do Destacamento da PM local acompanhou parte da operação e se manifestou admirado com a falta de higiene na residência e a quantidade de objetos velhos e sem utilidade amontoados, tanto dentro da casa onde a mulher mora junto com seu companheiro, quanto na outra casa existente no terreno.Os vizinhos comentaram que os hábitos da mulher causam transtornos às demais famílias da localidade. O mais comum é a presença de insetos e ratos. Mas para alguns a situação não vai mudar muita coisa depois de todo o trabalho realizado, uma vez que ela, muito provavelmente vai continuar com o hábito de recolher tais tipos de objetos na rua e no cemitério, levando-os para a residência. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Praça Horácio João Ribeiro será revitalizada

O projeto que prevê a revitalização da Praça vereador Horácio João Ribeiro está começando. O contato com uma equipe de arquitetos foi estabelecido e neste final de semana os profissionais estarão em Ubiratã fazendo levantamento de informações para elaboração do projeto.
De acordo o prefeito, Fábio D’Alécio, a intenção da administração é transformar o aspecto visual e atrair um novo público para o espaço. “Além da beleza queremos levar as crianças e os jovens para se concentrarem na praça. Hoje já temos um grande movimento da população da terceira idade, portanto queremos unir todos num mesmo local para momentos de lazer e descontração”, argumenta.
Outra proposta apontada é a de fazer com que as pessoas se aproximem mais da prefeitura criando um vínculo maior e uma interação com o poder público, uma vez que a praça fica ao lado do prédio do governo municipal. (Redação e foto: Cássio Ceniz / Assessoria)

Célia Cabrera participa de reunião com Requião

Ao contrário do que se comentava na campanha, a prefeita Célia Cabrera de Paula, de Campina da Lagoa, teve parte do Governo Requião, em Curitiba, acolhida que leva a acreditar no perfeito entendimento entre o município e o Estado. Além da atenção do governador, Célia contou sempre com a retaguarda do deputado Cleiton Kielse e não somente a reunião com o Governador foi coroada de êxito, mas também as secretarias estaduais nas quais o município não tinha programação ou perspectiva de apoio, abriram as portas aos anseios da prefeita Célia e do povo campinalagoano.
Entre outras solicitações da prefeita, o governador determinou de imediato que Campina da Lagoa fosse incluída na rota da patrulha rodoviária e determinou ainda a inspeção e levantamento do estado de conservação do trecho pavimentado da estrada de Herveira e a conseqüente medição com vista a concluir o projeto.
A patrulha rodoviária, juntamente com a secretaria do Serviço Rodoviário, fará uma revisão geral nas estradas de maior tráfego e importância, inclusive para o transporte escolar. Outros estudos estão sendo feitos para a possível implantação do Centro de Saúde da Mulher e da Criança e uma Escola de Educação Infantil. (Redação e foto: Divulgação)

Sindicato Patronal Realiza curso da – CIPA

Para melhor informar os trabalhadores rurais e interessados o Sindicato Rural Patronal sentiu a necessidade de trazer a Ubiratã um curso de suma importância. O curso, Trabalhador na Segurança no Trabalho – CIPA, veio como alerta às pessoas que passam o tempo todo em atividades, tanto no comércio como na agricultura.
O curso aconteceu entre os dias 03 a 05 de fevereiro, na sede do Sindicato, e foi ministrado pelo instrutor do SENAT (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) Osni Alves Barbosa, da cidade de Cascavel. Segundo o instrutor, o curso além de ser importante é necessário para os trabalhadores estarem informados. “O curso tem como objetivo oferecer subsídios para que funcionários possam evitar acedente no trabalho, priorizando a integridade precisa do trabalhador”, disse. O instrutor afirma ainda que todo trabalhador acima de 18 anos pode participar do curso.
Vale lembrar que o Sindicato vem promovendo cursos conforme a necessidade do público, ou seja, conforme os pedidos. Por isso sempre abre espaço para os parceiros fazerem suas solicitações. Para a realização do curso da CIPA o Sindicato obteve parcerias com Agências dos Trabalhadores, comunidades rurais, Centro Cultural e Sistema Senar/Faep.
Conteúdo Programático do curso da CIPA :
- Estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo - Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho - Noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa - Noções sobre Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS, e medidas de prevenção - Noções sobre a legislação trabalhista e previdenciária relativa à segurança e saúde no trabalho - Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos - Organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da comissão - Noções de combate à incêndio - Noções de primeiros socorrosNOTA: O sindicato estará levando uma caravana para o Show Rural dia 11 de fevereiro, interessados favor entrar em contato pelo fone: 3543-1894 em horário comercial, pois ainda há vagas. (Redação e foto: Marinalva Batista / Assessoria)

Estiagem resulta em grande número de pedidos de seguro

A falta de chuva no período de crescimento e floração da soja vai deixar um rastro de prejuízo muito grande em diversos municípios brasileiros. Ubiratã é um deles e os profissionais da área técnicas já estão mostrando previsões do tamanho do rombo que será na economia local. Na outra ponta da história está o agricultor que foi vitimado pela estiagem, que agora precisa recorrer ao seguro agrícola, o Proagro, um caminho não sem seus espinhos próprios. De olho na urgência do tempo, o técnico em Agropecuária Edemar Fontin, do escritório local da Emater, orienta aos produtores que se agilizem tanto para requererem o seguro para as lavouras que ainda não foram encaminhadas. “Boa parte do pessoal que plantou soja precoce já encaminhou pedido do Proagro, mas mesmo assim tem muita gente vindo á Emater para pedir informações sobre os procedimentos”, contou Fontin. Segundo ele, para requerer o seguro agrícola basta apresentar notas de insumos e iniciar o processo na agência do Banco do Brasil. O próximo passo acontece com a visita do perito, um engenheiro agrônomo que vai vistoriar a plantação e efetuar o laudo, sendo que a colheita só pode acontecer com a liberação do perito. “A colheita que o produtor fizer tem de ser comprovada ao perito para dar andamento no processo”, explica Fontin. O resultado desta colheita então é usado para amortizar o que der do financiamento e o Proagro cobre o restante. Os produtores que utilizarem o Proagro ainda terão um retorno financeiro da parte do governo Federal no valor de até dois mil e quinhentos reais, com liberação ainda não estipulada. “Quem não solicita o Proagro evidentemente não tem esse reembolso”, garantiu o técnico.
O técnico alerta a quem plantou soja precoce para que fique atento e não deixe para a última hora, visto que muitos já estão com o plantio em fase de maturação e ainda está com pendência no encaminhamento o pedido. “O município tem bastante solicitação de Proagro”, garante Edemar, o que poderá acarretar em atraso para quem deixar para a última hora.
Na visão de Fontin, quase cem por cento das lavouras precoces são passíveis de Proagro, tanto as estão sendo colhidas como outras que estão em fase de maturação. As estimativas são de que possa haver redução de até 50% na produção de soja em determinadas lavouras, enquanto outras registram percentual um pouco menor. Traduzindo em números há a possibilidade de que o município de Ubiratã colha um milhão de sacas de soja a menos que o normal, o que significaria que entre 45 milhões a 50 milhões de reais deixarão de entrar na economia do município, apenas com o prejuízo nas lavouras de soja, o que pode ser amenizado se os preços do produto atingirem elevações esperadas pelo setor.Outro detalhe é que muitos produtores vão apostar no milho de safrinha como meio de tentar recuperar os prejuízos deixados pela falta de chuvas. Mas o alerta do técnico é para o encaminhamento de pedidos de financiamento, uma vez que o prazo para o plantio de lavouras de milho financiadas encerra-se no dia 28 deste mês. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)