segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Apae realiza bazar beneficente neste sábado

A Associação de Paes e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Ubiratã realiza neste sábado, 07, um bazar beneficente. Será no refeitório da entidade, com início às 8:00 horas e encerramento por volta das 17:00 horas. José Carlos Menegon, presidente da Apae, antecipou pedidos de compreensão ao público, uma vez que o espaço não é tão grande e por isto a organização necessitará limitar o número de pessoas em visita.
Menegon explica que estarão à disposição dos visitantes diversos itens de produtos que foram doados pela Receita Federal. Os preços também serão bastante convidativos, como forma de facilitar a comercialização dos lotes recebidos.
O resultado financeiro deste bazar será aplicado na ampliação de uma cozinha para beneficiar alunos e integrantes do clube de mães da entidade, em atividades como a fabricação de bolachas, macarrão e outros itens. Os produtos serão comercializados e o dinheiro retornará para a manutenção da entidade.Atualmente a Apae desfruta de situação tranqüila, segundo o presidente. “A população de Ubiratã sempre nos ajudou”, enfatiza Menegon, explicando que a entidade atende cerca de 130 alunos e tem cerca de 40 funcionários. “Temos despesa grande, mas também temos ajuda do Estado, com professores conveniados; outra parte é a Prefeitura que nos repassa verbas e temos convênio com o SUS”, conta o presidente. Os alunos atendidos na Apae recebem diferentes cuidados, como fonoaudiologia, fisioterapia, pediatria, terapia ocupacional e assistente social. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

De volta aos trabalhos

O Sindicato Rural Patronal de Ubiratã começa o ano de 2009 com o plano de realizar várias atividades para seus sócios e agricultores. De volta aos trabalhos, o presidente do Sindicato, Domingos Sankithi Watanabe, já realizou sua primeira viajem à capital do Estado Paraná em busca de crescimento para o setor.
O encontro aconteceu na segunda-feira da semana passada (26), em Curitiba, com a presença dos diretores dos sindicatos do Paraná. O presidente do Sindicato de Ubiratã teve a oportunidade de presenciar a Assembléia para a eleição da nova diretoria da Faep (Federação da Agricultura do Estado do Paraná). Durante a Assembléia houve pronunciamentos do diretor presidente do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Vitor Hugo Burko, que destacou alguns pontos relevantes referentes ao Meio Ambiente.
O evento foi ministrado pelo professor da Universidade de São Paulo (USP) e consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Guilherme Dias, que abordou sobre a agropecuária do país diante da crise financeira internacional. Vale a pena apresentar algumas atividades a serem realizadas no mês de fevereiro no Sindicato Patronal de Ubiratã. Cursos: Produção artesanal de alimentos; Qualidade de vida da mulher; Qualidade de vida e orçamento familiar de casais; Segurança no trabalho - Cipa; Administração de empresas – gestão rural. Todos os curso são gratuitos e os participantes recebem certificados.Comunicado – O sindicato comunica aos participantes de cursos realizados em 2008, que é favor retirarem seus Certificados na sede do Sindicato, situada à Rua Pedro de Oliveira, 950, em horário comercial. De segunda a sexta-feira, das 08:00 às 17:00. (Redação e foto: Marinalva Batista)

Dono que é dono acompanha e participa

Com o apelo ‘Dono que é dono acompanha os resultados e decide o futuro do negócio’, a Sicredi Vale do Piquiri PR deu início ao processo assemblear na segunda quinzena de janeiro, em Iporã, região noroeste. Até o dia 17 de fevereiro serão realizadas 23 reuniões, contemplando associados das 30 unidades de atendimento da área de atuação da cooperativa.
Em Ubiratã e região (Unidades de Braganey, Anahy, Nova Cantu e Campina da Lagoa), as reuniões aconteceram entre os dias 02 e 04 de fevereiro, reunindo um grande número de associados. “Os associados atenderam ao nosso convite e conheceram os números, apoiando o trabalho que vem sendo desenvolvido na região”, disse o gerente das unidades de Braganey e Anahy, Rodrigo Camillo.
Na pauta da reunião estão: prestação de contas, desempenho da cooperativa em 2008, reforma estatutária, implantação dos Programas Pertencer e Crescer e o lançamento do produto Sicredi Cartões. “Os assuntos discutidos tem a finalidade de manter o associado informado, ressaltando que ele é dono deste empreendimento e que sua participação é de fundamental importância para darmos continuidade aos projetos previstos”, comenta o presidente Jaime Basso.
Após a realização das reuniões preparatórias, a cooperativa realizará a Assembléia Geral Ordinária (AGO) e a Assembléia Geral Extraordinária, no dia 28 de fevereiro, na Asfuca, em Palotina, a partir das 9h30.
Seguro premiado – Em Ubiratã, após a apresentação dos números, o associado Manoel Valentim Batista recebeu o prêmio de R$ 40 mil. Ele foi sorteado através do Seguro Vida Personalizada. “Além de ter um produto que me oferece segurança tive a graça de ser contemplado. Estou muito feliz”, disse.
A parceria entre Sicredi e Icatu Hartford proporciona quatro sorteios por mês através da loteria federal. “Esta é uma parceria que deu certo. Para nós da seguradora é uma satisfação fazer parte desta história de crescimento, seriedade e sucesso que é o Sicredi imprime em todo o país”, avaliou o gerente comercial da Icatu Hartford, Adão de Oliveira que veio à região especialmente para a entrega do prêmio.
O gerente Amarildo Antonio Agnolin, ressaltou a importância do seguro para os associados. “Convido aos associados para que passem na Unidade de Atendimento e conheçam nossos produtos, especialmente o seguro, que entrega prêmios”, afirmou O sistema Sicredi possui mais de 120 produtos desenvolvidos para atender as necessidades dos associados. Só na área de seguros, oferece 20 ramos diferentes. “A premiação é um diferencial deste produto. Ao comprar o seguro, o associado Sicredi lança sua sorte e participa automaticamente”, comentou o assessor de seguros, Luis César Beloto. (Redação e foto: Assessoria)

Dia de campo em Campina da Lagoa e Nova Cantu

A cooperativa Coagru realizou na sexta-feira (30/01), em Campina da Lagoa, e na segunda-feira (02/02), em Nova Cantu, dia de campo com a cultura do milho. Em Campina da Lagoa foi realizado na propriedade do Edno Nóbrega e, em Nova Cantu, de Ademir Bórgio.
Em cada evento compareceram mais de cem agricultores, que puderam conferir os produtos de 9 empresas, com 49 variedades de milho e uma de fertilizantes. O foco maior do evento é em torno do milho 2ª safra, por ele ocupar a maior área de plantio de inverno.O objetivo da Coagru na realização destes dias de campo, nos entrepostos, é demonstrar como cada variedade se desenvolve naquela localidade. Embora estejam próximas, sofrem diferenças, principalmente climáticas. (Redação e Foto: Edcarlos Pereira / Assessoria)

DE VOLTA AO HABITAT

Gosto de ver na TV Vale aquelas reportagens produzidas pela Emater, onde são destacadas ações que levam famílias rurais a conseguirem maior geração de renda na diversificação da produção em suas terras e como conseqüência conquistam melhor padrão de vida. Enche-nos os olhos (não de inveja, mas de prazer) o êxito alcançado por tais famílias e a vida modesta que reluz muito mais alegria que o luxo exorbitante de certos ambientes urbanos. Quem se criou na roça, não esquece suas raízes.
Fico a pensar que também em Ubiratã precisaríamos encontrar formas de fixar o homem do campo em seu ambiente de trabalho, evitando torna-lo um dependente de empregos na cidade. Com conhecimento de causa posso afirmar que a tecnologia da agricultura mecanizada dos tempos modernos em praticamente nada garante a fixação do homem no campo, se este possuir pouca terra ou for um pequeno arrendatário. Lavouras que não empregam a mão-de-obra braçal disponível em tais famílias não dão camisas aos pequenos produtores, justo porque o seu lucro é a máquina quem vai comer. Tratores e colheitadeiras, pulverizadores, produtos agro-químicos e os caminhões do frete consumirão aquela parcela do retorno na safra, que seria exatamente o lucro do trabalhador.
Em nossa região estamos vivendo a euforia da implantação da avicultura de corte, um grande passo para a industrialização e geração de novas oportunidades. Mas, agricultor de berço e muitos anos de trabalho como fui, sinto-me cético quanto ao resultado deste programa para aqueles homens e mulheres que quanto eu, possui lá uma pequena área de apenas uns minguados alqueires paulistas. Não que eu esteja me posicionando contrário a este projeto; muito pelo contrário: há vários anos tenho acompanhado as discussões sobre o assunto e vejo que é um meio de redenção econômica tanto para o município de Ubiratã quanto para os da circunvizinhança. Mas não novidade a ninguém que quem tem pouca terra fica fora do programa.
Quem se aventurar a comprometer o valor total de sua área no financiamento de um aviário poderá colher os resultados promissores desta opção, com certeza, mas tanto quanto eu, certamente muitos não terão coragem de fazer isto. Mesmo porque nem entregando toda a terra, o valor seria suficiente para pagar um aviário. E daí, que opção vai nos restar?
A agricultura de subsistência já não está sendo o suficiente para que uma família sobreviva dignamente encima de pouca terra. As opções modernas são caras demais. Tais famílias então estão fadadas ao sumiço de suas atividades agrícolas e incharão as filas que vão bater às portas de empresas e prefeituras, à caça de um emprego que renda salário fixo. Ou ao menos um trabalho temporário. E não basta ter qualificação, pois o mercado de trabalho está lotado de diplomados, muitos dos quais nem tão preparados quanto diz o diploma e que têm emprego garantido, enquanto outros verdadeiramente mais competentes são relegados à margem do mercado de trabalho por lhe faltar padrinhos.
Para muitos trabalhadores da roça o que falta é oportunidade para implantar uma nova atividade em suas terras. Iguais àquelas que vemos em muitas reportagens produzidas pela equipe da Emater e mostradas periodicamente na TV Vale. Não é necessário dar o peixe nem a vara, mas apenas ajudar a desbravar o caminho onde chegar ao rio que tenha peixes: o resto a gente faz. Quando muito, um financiamentozinho pra ajudar a facilitar as coisas. Não é necessário dar terra, casa e comida de graça: aqueles que esperam isto, em grande parte não querem é trabalhar. Não há necessidade de criar nenhum novo movimento de classe à base de invasões arbitrárias e criminosas tanto quanto as que já se registraram por este Brasil a fora. Basta! Este povo não é agricultor, mas agitadores e usurpadores dos direitos legitimamente adquiridos. Muito mais do que dividir a terra em reforma agrária, é necessário fixar no campo aqueles que de lá já são.
Neste assunto o município de Ubiratã está precisando se recompor. É hora dos poderes constituídos e as agremiações de caráter se unirem em torno de um projeto que permita às famílias viverem com dignidade encima mesmo de pouca terra. Serão mais empregos na cidade e maior giro na economia. Com certeza já existem propostas em prática, produzindo efeitos positivos. Mas, se olharmos para a Ubiratã do futuro que queremos ter, precisamos fazer mais. Muitos mais. E urgentemente. Nem é preciso esperar das hostes de Brasília ou Curitiba. Idéias geniais podem surgir aqui mesmo, quem sabe através dos muitos estudantes de nossa cidade. Que eles ponham a cabeça pra funcionar, em busca de um projeto inovador, barato e eficaz, para a fixação do homem do campo em seu habitat.Anseio pelo dia em que a Emater local possa encabeçar alguma iniciativa em que o produto principal seja: apontar um caminho para transformar a vida do homem e da mulher que residem no campo e lá querem permanecer, mesmo dispondo de apenas um hectare, dois hectares ou três, um alqueire e meio ou dois... Certamente serei um dos primeiros a abraçar esta causa e assim abrir mais uma vaga de emprego aqui na cidade, principalmente se esta vaga for ocupada por alguém que por forças das circunstâncias não dispõe da regalia de possuir um pequeno pedaço de chão para encima dele trabalhar, viver e em paz esperar o momento de morrer. (Artigo de Odair Roberto)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Descobertos problemas graves na Saúde de Anahy

A secretaria de Saúde do município de Anahy será alvo de um trabalho a ser realizado pelo Instituto Ambiental do Paraná, IAP. O problema descoberto há poucos dias deve dar “pano pra manga” e o Ministério Público da Comarca de Corbélia poderá entrar em ação, para que os responsáveis pelos atos errados dêem as devidas explicações.
De acordo com informações fornecidas pessoalmente pelo vice-prefeito Orleu Bravin, que assumiu a secretaria de Saúde de Anahy, muitas pessoas procuravam a farmácia do posto em busca de remédios, mas eram informadas na recepção que o posto não dispunha de tais remédios. Numa dessas ocasiões ele próprio foi procurado e acabou descobrindo que o Posto possuía uma grande quantidade de remédios estocados. O pior é que parte dos remédios estava com validade vencida ou próxima de vencer. “Alguns são remédios caríssimos”, explicou Orleu. Alguns lotes são de origem do Governo Federal.
Acredita-se que os remédios eram propositadamente retidos para reforçar aquela problemática vivida no município no ano passado, quando a municipalidade deixou de repassar remédios à população para esquentar ainda mais as discussões contra o então grupo de vereadores da oposição, que levaram o caso para discussões na Câmara Municipal e terminou envolvendo o Ministério Público. Outra coisa que Orleu descobriu é que os remédios receitados aos pacientes eram sempre de marcas não disponíveis no Posto, forçando aquisição em farmácia que fornecia para a municipalidade. “Com a mudança de médicos que fizemos, agora a coisa é diferente”, informou Orleu, que acredita que a situação do Posto estará normalizada dentro de pouco tempo.
Para complicar a situação, Orleu Bravin também descobriu que o município não está cadastrado junto ao Conselho Regional de Farmácia, além de não possuir o Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Saúde. E para completar as descobertas macabras no setor de Saúde de Anahy, Orleu recebeu uma denúncia de um munícipe e ao conferir a informação encontrou um grande problema: aos fundos do terreno onde está construído o centro municipal de Saúde há duas fossas devidamente cobertas com lajes, bem às vistas da sala usada pelo responsável pelo setor. Ao conferir as fossas Orleu descobriu que se trata de depósito de remédios e outros materiais do setor. Entretanto, não se sabe qual a profundidade de tais fossas nem há quanto tempo elas existem. Para tanto, a administração comunicou o fato à regional do IAP, situada em Cascavel, e uma vistoria no local aconteceu na tarde de terça-feira, 27. Como a municipalidade planeja ampliar os espaços físicos do prédio e então ocuparia o local onde estão situadas as fossas usadas para recolher remédios descartados e outros materiais do setor, o IAP acompanhará a situação. A maior preocupação agora, tanto para a municipalidade quanto para o IAP, é quanto à possibilidade de tais fossas terem causado contaminações no lençol freático.Com as descobertas dos diferentes problemas do setor de Saúde do município de Anahy, acredita-se que a Justiça poderá responsabilizar os envolvidos, principalmente no caso dos remédios retidos e das fossas para depósitos de remédios e materiais descartados. De imediato as atenções recaem sobre os responsáveis diretos, como o ex-prefeito Valdemar José Bosi e o então secretário de Saúde do município, Odair Miranda. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

BFC supera metas no alojamento de frango de corte

A expansão do programa de avicultura de corte na região de Ubiratã está sendo de tal tamanho que já superou metas estipuladas pelos profissionais envolvidos com a atividade. Os números foram apresentados na sexta-feira da semana passada, 23, durante o dia de campo acontecida na unidade experimental da Coagru. Além de um estande com exposição de fotos e gráficos da situação da avicultura de corte no programa desenvolvido pela BFC Alimentos os visitantes também puderam conhecer um aviário real, em proporção bem reduzida, onde estavam alojadas dezenas de frangos em fase de desenvolvimento.
A equipe da BFC fez explanação sobre a construção do abatedouro de aves, cujo cronograma está dentro do previsto, segundo declaração de Claudemir Pereira de Carvalho, o Cavalini, vice-presidente da empresa. Já nos números de aviários e aves alojadas a novidade apresentada aos participantes do dia de campo foi que o patamar previsto para o mês de junho vai ser alcançado já no mês de março. Um milhão, cento e oitenta mil aves estavam alojadas naquela data, com a previsão de que em 30 de março esse número chegue a dois milhões, o que daria suporte para o funcionamento do abatedouro. “Essa meta de dois milhões de aves alojadas estava prevista para o dia 30 de junho de 2009”, informou Cavalini, salientando a importância da empresa estar 90 dias à frente das estimativas na quantidade de aves que devem estar à disposição do abate quando o abatedouro entrar em funcionamento no final do ano. “Vamos estar abatendo a partir de março em torno de 40 mil aves por dia”, assegurou o vice-presidente da BFC.
Atualmente são 94 novos aviários em construção dentro do programa de avicultura de corte implantado pela Coagru e que origem à BFC. O maior número está no município de Ubiratã, onde são 46 novos aviários em andamento. Campina da Lagoa tem 15 novas unidades, seguido de Nova Cantu com 10. Em Altamira do Paraná são 08 aviários em construção, 07 em Anahy e 06 em Juranda. E o município de Mamborê também está envolvido no programa e já tem dois aviários em construção.Na opinião de Cavalini isto demonstra a credibilidade e a confiança que o quadro social deposita na diretoria e na cooperativa. Isto se torna de grande importância para a concretização das metas a serem cumpridas durante o ano de 2009. Na ocasião o vice-presidente adiantou que nas próximas semanas serão divulgadas importantes informações sobre o andamento do programa de avicultura de corte, bem como da construção do abatedouro. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)

Henrique Salla começa segundo mandato em Mamborê

Na segunda-feira, dia 02 de fevereiro, a prefeitura do município de Mamborê volta aos trabalhos normais, depois de férias coletivas para o quadro de servidores. No comando do Executivo o prefeito Henrique Sanches Salla dedicou o mês de janeiro para preparar o seu segundo mandato consecutivo. Uma das preocupações do alcaide mamboreense é a de oferecer ainda maior transparência em sua administração e para tanto busca informações em pessoas especializadas, com vistas a evitar erros. Uma marca de sua administração foi o trabalho com pulso firme, responsabilidade e segurança, o que ele quer repetir em seu segundo mandato.
A exemplo de outros prefeitos da região, Henrique Salla já esteve em Curitiba, onde efetuou contatos em busca de conquistas para o município de Mamborê. Com as parcerias que estão sendo articuladas com o Governo do Estado o prefeito Salla está bastante confiante e nutre boas expectativas para o novo mandato.
O início do ano letivo é um período de certas preocupações para as administrações, mas em Mamborê a situação está sob controle, onde 17 ônibus da secretaria de Educação realizam o transporte escolar. O prefeito garantiu que os veículos foram mantidos sempre revisados durante toda administração passada. Mesmo assim, as revisões necessárias foram feitas no decorrer do mês de janeiro para que a frota esteja pronta para atender à expectativa da população em principalmente dos alunos.Salla aponta que a Educação é a preocupação imediata de todo administrador público, como também é a Saúde. Em Mamborê a preocupação do chefe do Executivo também é com o setor urbano, que precisa ser melhorado ainda mais. “Precisamos melhor o visual, embelezar a nossa cidade, para dar o contentamento à nossa população, aos nossos visitantes e aos investidores do nosso município”, afirmou. (Redação e foto: Odair Roberto / O Vale)