terça-feira, 14 de outubro de 2008

Agente Jovem apresenta teatro nos Centros de Educação

Integrar as entidades e comemorar a passagem do dia das crianças é o que o projeto Agente Jovem realizou na semana. Desde segunda-feira, os alunos e professora do projeto visitaram os Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) apresentando a peça “Chapeuzinho Vermelho”.
O CMEI Nosso Lar, antiga APMI, e a APAE foram os primeiros a assistir o trabalho dos alunos. Na mesma oportunidade, os alunos dos projetos Curumim I e II também participaram e jogaram capoeira. Na tarde de terça-feira, a visita foi no CMEI Boa Vista e os meninos do Serviço de Obras Sociais Cícero Nuto Figueiredo (S.O.S) também jogaram capoeira.
Na quarta-feira a apresentação foi na Allan Kardec com a presença do projeto AABB Comunidade. Para encerrar o ciclo, a última instituição a receber o teatro foi a Dona Mariquinha.
Segundo a coordenadora do projeto, Lucimar Beraldo, a proposta é fazer a interação entre o Agente Jovem com as crianças das instituições sociais do município. “Com o trabalho promovemos a socialização e ainda desenvolvemos as habilidades dos atendidos”, destaca.A orientadora do CMEI Boa Vista, Clara Peterlini, argumenta que as crianças adoram atividades diferentes. “Sempre realizamos apresentações com os alunos e quando recebemos visitas eles também ficam todos animados. Com certeza essa parceria entre instituições promove a união e o desenvolvimento delas”, pontua. (FOTO: CÁSSIO CENIZ)

Torneio movimenta Centro de Convivência do Idoso

Truco, dominó, bocha, sinuca, bingo e dança fizeram parte das atividades do I Torneio de Esporte e Cultura dos Idosos, realizado na sexta-feira, 3, no Centro de Convivência do Idoso (CCI). Durante todo o dia, os atendidos pela entidade puderam se divertir.
A secretária da Ação Social, Elcia Godinho, comenta que o evento tem como objetivo promover a interação entre os idosos que participam do Centro. “Normalmente eles já têm as atividades nos dias de funcionamento, mas com a premiação eles ficam ainda mais motivados em participar”, conta.
No período da manhã aconteceu o torneio. Já no período da tarde foi a vez dos casais competirem no Concurso de Dança. Além das provas e premiação, os presentes também receberam lanche e almoço.
Maria do Carmo da Silva freqüenta a entidade há mais de 10 anos. Ela diz que o Centro é a segunda casa e o torneio foi maravilhoso. “Apesar de não ganhar em nenhuma prova valeu a pena. Todo mundo adorou e ficamos animados. São sempre muito boas as atividades que fazem com a gente”, completa.A coordenadora do CCI, Ivoneide Bueno, avalia o evento como positivo. “Sempre buscamos fazer coisas que deixem os idosos mais animados e ao mesmo tempo confortáveis”. (FOTO: CÁSSIO CENIZ)

Célia terá maioria na Câmara de Campina

Nome novo da política campinalagoana a candidata eleita para o Executivo terá ao seu lado a maioria dos vereadores eleitos no pleito de domingo. Dos nove vereadores que comporão a nova legislatura, pelo menos seis foram eleitos ao lado da prefeita Célia Cabreira, mas este grupo já conta com sete vereadores eleitos, segundo informações do ex-vereador Omar Araújo, que foi um dos coordenadores de campanha da candidata Célia.
“Foi uma vitória muito expressiva”, comentou a prefeita, admitindo que esperava a vitória, mas não da maneira como aconteceu. Destacou o apoio principalmente da zona rural e dos distritos, que foi de grande importância para a consolidação da sua vitória. Ainda saboreando as comemorações da população pela sua vitória a prefeita adiantou que vai trabalhar de uma forma em que possa ser amiga de todos, dando atenção a todas as áreas da administração.
Omar Araújo, por sua vez, também muito entusiasmado com a vitória do grupo que integrou, percebe que a população entendeu a necessidade de mudança e abraçou a proposta da equipe encabeçada por Célia Cabreira e seu vice, Saulo. “O povo foi às urnas, o 28 foi o favorito e venceu”, comemora Omar, certo de que a população confiou bastante nas propostas da equipe. Mas agora vem a hora da equipe corresponder com os anseios da população e implantar as idéias apresentadas em campanha.Segundo Omar Araújo, tanto em Curitiba quanto em Brasília há parlamentares já esperando os projetos da futura prefeita campinalagoana para incluir no orçamento do estado e da Nação, ao mesmo tempo em que o povo de Campina da Lagoa está esperando as coisas acontecerem. “É uma responsabilidade muito grande”, admite Omar, para que o município retome o desenvolvimento. Ele também se manifestou confiante que todos os vereadores eleitos trabalharão para contribuir com a administração da prefeita Célia Cabreira. “Duvido que algum vereador vai trabalhar contra o desenvolvimento do município”, disse, entendendo que o vereador que apoiar a prefeita vai estar apoiando o desenvolvimento do município de Campina da Lagoa. (FOTO: ODAIR ROBERTO / O VALE)

20 anos da Sicredi são comemorados com palestra em Ubiratã

Centenas de pessoas de Ubiratã e municípios vizinhos participaram de evento em comemoração aos 20 anos de existência da cooperativa de crédito Sicredi Vale do Piquiri. O evento se deu no salão de eventos Cilico, na noite de quinta-feira, 09, quando houve uma palestra sobre diversificação econômica e desenvolvimento social, ministrada por Walter Heck, prefeito de Crissiumal, município situado na altura da região noroeste do estado do Rio Grande do Sul.
“O cooperativismo de crédito é uma forma diferente de instituição financeira”, comentou Jaime Basso, presidente da Sicredi Vale do Piquiri, destacando que o crescimento registrado nestes vinte anos se deve ao esforço, à confiança e á credibilidade dos associados e colaboradores, que fizeram da Sicredi Vale do Piquiri uma das melhores cooperativas de crédito do Brasil. “É de fundamental importância a participação do associado”, reiterou Jaime Basso, manifestando agradecimentos aos associados de todos os municípios da região, que contribuíram para o crescimento da cooperativa ao longo destes vinte anos. O presidente anunciou que em breve a Sicredi estará lançando o cartão de débito e crédito próprio, o que vai facilitar a vida de seus associados.
O palestrante Walter Heck se mostrou entusiasmado com o crescimento que o sistema de crédito cooperativo vem conquistando e mostrou experiências vividas em sua região. Com a entrada da monocultura da soja em fins dos anos 60 e a população de seu município teve redução de 50%. Mas há cerca de doze anos foi implantado no município de Crissiumal um pacto de desenvolvimento, onde foram buscadas alternativas para a geração de renda na pequena propriedade rural. “Por conta disto, passado cerca de uma década, como organizar cerca de 50 agro-indústrias, o município passou a ser o maior produtor de leite do estado e a população rural voltou a crescer”, disse Walter Heck. Segundo ele, o número de habitantes da zona rural do município aumentou em cerca de 10%.
“O tamanho da propriedade não é determinante no sucesso do negócio e sim o grau de conhecimento, de diversificação responsável, e da atividade econômica que se exerça sobre ela“, comentou Heck.No registro o palestrante Walter Heck, ao centro, com Euclides Molina, Jaime Basso, Amarildo Agnolin e Osmar Bertoli Junior. (FOTO: ODAIR ROBERTO / O VALE)

Lobato e seus personagens são apresentados a alunos

Palco montado, personagens caracterizados e muita animação na platéia. Para dar vida ao projeto Monteiro Lobato, os alunos do curso de formação de docentes do Colégio Estadual Carlos Gomes preparam diversas apresentações na quarta e quinta-feira, 8 e 9. Durante os dois dias, alunos das escolas de ensino fundamental municipal e particular puderam conferir o que foi organizado pelos alunos, no Anfiteatro Carlos Gomes.
Segundo a coordenadora da prática de estágio, Givalda Macedo de Camargo, o objetivo do evento é promover o incentivo à leitura, ao conhecimento da literatura infantil e dos autores. “Nessa primeira oportunidade estamos trabalhando com Monteiro Lobato, mas nossa intenção é abordar o história de outros autores brasileiros”, diz.
Para contar a trajetória de Monteiro Lobato, os organizadores utilizaram o Sítio do Pica-Pau Amarelo como pano de fundo para todo o evento. Várias Emílias se espalharam pelo espaço animando a criançada, assim como Viscondes de Sabugosa, Anastácia, Sacis, entre outros. Além disso, foram apresentados o teatro “O museu de Emília” e duas danças com músicas temas do Sítio.
Para a coordenadora geral do curso, Elayne Ribeiro Gomes, despertar o dom da leitura não é das tarefas mais fáceis. “O grande problema é a criança ler, quem sabe de forma lúdica a gente consegue fazer com que eles se interessem por livros. Partindo disso, construímos o evento”, explica.
Elayne acrescenta que aproveitaram as comemorações do dia da criança e incluíram uma dose de atividades culturais para que a data seja mais do que somente motivo de festa, mas também de crescimento.
A secretaria da Educação e Cultura de Ubiratã foi uma das parceiras do evento. A responsável pela secretaria, Jane Cristina de Lima, considera que a atividade tem papel fundamental no desenvolvimento dos alunos. “A proposta de incentivar a leitura é importante em todo o processo educacional. Com certeza, estimular o imaginário faz com que as crianças se interessem em buscar mais”, aponta.
Em média, 120 alunos estiveram envolvidos com o trabalho que começou a ser organizado em agosto. “Eles foram os responsáveis por pensar os mínimos detalhes, desde a animação do público até cada fala no teatro”, comenta Givalda.Outro objetivo do projeto, argumenta a coordenadora geral do curso, é a de formar profissionais críticos. “Com o projeto nossa intenção é fazer com que os alunos consigam unir alegria e prazer e fazer com que a falta de leitura não seja um problema quando estiverem exercendo a profissão”, completa. (FOTO: CÁSSIO CENIZ)

Câmara realiza Sessão Plenária do Estudante

Alunos do ensino médio dos colégios estaduais e do Santo Antônio participaram na terça-feira, 07, da Sessão Plenária do Estudante, transcorrida logo após a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Ubiratã. A iniciativa partiu do vereador Lauro Hryniewicz através da Lei de número 1582/2007, sancionada pelo Poder Executivo. Pela iniciativa a sessão deve acontecer na semana em que se comemora o Dia do Estudante.
Os alunos ocuparam cadeiras e funções normais entre os vereadores, como a presidência, vice-presidência e o primeiro secretário. Para desenvolvimento da sessão os alunos-vereadores contaram com o assessoramento da Câmara e até fizeram uso da tribuna. Cada escola apresentou um projeto de lei e duas Indicações, que serão analisadas pelos vereadores e serão direcionadas conforme os procedimentos legais.
O projeto de lei do Colégio Carlos Gomes propôs funcionamento da Biblioteca Municipal até às 20:30. Colégio Olavo Bilac propôs a criação e estruturação das associações de moradores nos bairros e distrito. Do Colégio Quintino Bocaiúva veio a proposta de construção de quadra esportiva para a Pré-Escola Edília Amorim de Quadros. O projeto do Colégio Santo Antônio cria o programa de incentivo ao atletismo em várias modalidades a ser desenvolvido no estádio municipal Claudinão. E a escola estadual de Yolanda propôs a criação da sessão plenária do Executivo e Legislativo no Distrito.
Os alunos também apresentaram Indicações, duas por cada estabelecimento. A Escola de Yolanda pediu criação de centro esportivo no Distrito e pediu apoio do Executivo e Legislativo para abertura de turma de ensino profissionalizante, também no Distrito.
O colégio Santo Antônio fez Indicações pedindo pavimentação asfáltica no final da avenida Ascânio Carvalho e rua Princesa Izabel, na ligação com a BR 369.
O Colégio Carlos Gomes propôs abertura de escolas em final de semana para melhor aprendizagem do aluno e justificou projeto que propôs mudança no funcionamento da Biblioteca Municipal. Por sua vez o Colégio Quintino Bocaiúva pediu a colocação de placa indicativa na entrada oficial do estabelecimento com o nome do Colégio e da Escola Municipal Pedro Leopoldo Beckhauser. Também pediu policiamento adequado e orientação educacional para o Trânsito aos alunos do pré, ensino médio, ensino regular e Ensino de Jovens e Adultos.A sessão teve a participação da aluna Rafaela Perandré Assmen, do colégio Santo Antônio, que atuou como presidente. Como vice-presidente ficou Jéssica Santos Correia, do colégio Carlos Gomes. O primeiro secretário foi Bruno Lourenço Barros, da Escola de Yolanda e o segundo secretário foi Vinicius Borges da Silva, do Carlos Gomes. Os demais alunos-vereadores foram: Josemar Silva Costa, do Olavo Bilac; Luciana Barbosa Ferreira e Paulo Roberto Koslowski, ambos do Quintino Bocaiúva; Sidmar Vitor dos Santos, de Yolanda, e Taísa Paula de Souza, do Olavo Bilac. (FOTO: ODAIR ROBERTO / O VALE)

DAS BELEZAS À DESOLAÇÃO

Propriedades rurais são fortes inspirações para poetas, escritores, pintores, compositores, fotógrafos e outros malucos que costumam descobrir belezas nas nuances no conjunto que engloba a terra, vegetação, animais e construções. Em produções de cinema e televisão, o panorama com lagos cercados por jardins e gramados oferecem um alívio às nossas vistas já cansadas de tantas cenas em locais de luxo onde acontecem namoros avançados, nudez e até cenas de sexo quase explícito. De fato, uma propriedade rural pode oferecer muitas belezas, dependendo de quem as tem e de quem as vê.
Infelizmente, os cenários de cinema e televisão não são os mesmos dos locais onde as pessoas usam a terra para tirar o sustento de suas famílias. Aqueles cenários são protegidos, não sei de que forma, enquanto os que precisam da terra para se sustentar não têm proteção nenhuma. Antes, ficam expostos a pressões e opressões que ninguém se importa em considerar. Há algo estranho ocorrendo ao nosso redor, onde alguns são obrigados a suportar sobre os ombros pesados fardos impostos pela legislação ambiental, enquanto a mesma regra estranhamente não é aplicada a outras pessoas.
Cresce assustadoramente o número de propriedades rurais que estão sob a mira das autoridades ambientais, como se fosse um praça de guerra. Qualquer olho d’água pode gerar a imposição de preservação e recomposição da mata numa faixa de cinqüenta metros no entorno da nascente, acrescido de mais trinta metros em cada lateral por toda a extensão da vertente. Algo teoricamente bonito e correto, se não fosse a palhaçada que ocorre na prática, onde alguns proprietários são condenados a este suplício ecológico a despeito de suas necessidades básicas, enquanto outros, que já são suficientemente ricos e abastados, podem usar suas propriedades para lazer e diversão sem necessidade de se submeter a estas regras.
Não quero fazer estardalhaço, mas há um motivo pelo qual me manifesto mais uma vez sobre o assunto: há nitidamente um jogo sujo (ou, talvez, seria corrupto?). Numa região a lei é levada a ferro e fogo como se fosse a última saída para a humanidade. Mas basta atravessar um rio e ver que na outra região a regra já não é tão assustadora. Será que a lei ganha conotações diferentes conforme a cara das pessoas a quem ela é direcionada? Será que as pessoas que se empenham tanto em pôr em prática as regras da legislação (e para isto ganham suficientemente muito mais que os que serão vítimas da lei) aplicam os mesmos rigores em suas propriedades? E as vítimas da “máfia verde” vão engordar as filas de dependentes de benefícios distribuídos pelas esferas governamentais...
Tempos atrás acompanhei a palestra ministrada por um engenheiro agrônomo (se me não é falha a memória) gaúcho, que veio a Ubiratã falar sobre a cultura da soja transgênica, que no Paraná era então barrada ferozmente pelas autoridades governamentais. Na ocasião o palestrante alertou aos presentes para uma certa “máfia verde” que se estava em formação, com objetivos muito obscuros. Parece ser mais verdade do que o que foi alertado. Pois estamos a ver crescer uma mentalidade quase doentia, onde o ambientalismo está mais em voga que a própria religião. Aliás, em alguns casos, a própria religião já usa muito mais as preocupações ambientais que as espirituais.Se a moda agora é plantar árvores, plantemo-las. No futuro, se faltar comida, ao menos teremos casca de pau e folhas para comer. Só não sei se os ambientalistas permitirão aos seres humanos então sobreviventes valerem-se das árvores que plantaram. Talvez, mesmo em tais situações seja impedido às pessoas o direito sobre suas posses. Afinal, nos tempos de agora tanta coisa ruim é permitida pelo nosso e pelos outros países, menos o homem ter direito de ser devidamente respeitado em seus direitos.
Comunismo branco, ditadura camuflada, dominação de forças ocultas, poder realmente questionável... Será que já estamos vivendo o tempo profetizado, de que sem a marca da Besta ninguém compraria nem venderia nada?(Odair Roberto)

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Super Creche está em construção no Jardim Josefina

O Jardim Josefina respira ares de desenvolvimento. Com a construção da Super Creche – projeto liberado para Ubiratã através do deputado federal, Hermes “Frangão” Parcianello, e do Ministério da Educação – a população da região terá um espaço de referência para atendimento de crianças de zero a seis anos.
O trabalho de marcação e base da obra já foi realizado e as paredes estão sendo erguidas. A área da Super Creche é de 1.100 metros quadrados com espaços divididos de acordo com a idade dos pequenos que serão atendidos. A obra está recebendo um investimento de R$ 950 mil e a previsão de término é de seis meses.
A construção está sendo feita próxima do Serviço de Obras Sociais Cícero Nuto de Figueiredo (S.O.S) e, além da estética arquitetônica é um projeto que foi elaborado pensando na funcionalidade.
Segundo a responsável pela secretaria da Educação e Cultura, Jane Lima, a instalação da Super Creche no Jardim Josefina trará mais comodidade para as mães da região. “As crianças que moram na região vão ser as primeiras a serem inseridas na creche, assim as mães não terão que se deslocar para longe levar seus filhos. A estrutura disponibilizada é incrível e os atendidos terão atenção especial”, enfatiza.
Jane acrescenta que os inscritos também vão passar pelo processo pedagógico, começando uma formação antecipada. “Isso representa a democratização do ensino e a qualificação dos ubiratanenses”.
Espaços – Uma das divisões da Super Creche é destinada para crianças de zero a 18 meses, a Creche I. Na área serão disponibilizados banheiro, sala de atividade e berçário. Outra é a Creche II, para crianças com idades entre 18 meses e 3 anos, com banheiro, sala de atividade e repouso. Já na Creche III, que atenderá pessoas com 3 e 4 anos, terá uma sala multiuso, assim como na Pré-Escola, para crianças entre 4 e 6 anos.
Ainda estão inclusos no projeto sala de leitura, laboratório de informática, sanitários, solário, pátio coberto e descoberto, lavanderia, depósito, cozinha e dependências para funcionários. Um outro bloco será para a administração da entidade com secretaria, diretoria, sala de reuniões, almoxarifado e banheiros.
Projeto – A Super Creche faz parte do Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar de Educação Infantil (Pró-Infância), desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC). Em abril uma equipe técnica das secretarias de Obras e da Educação e Cultura de Ubiratã participou do lançamento em Maringá e conheceu a proposta do programa.O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinaram o convênio em maio. Na ocasião, todos os municípios que tiveram os projetos aprovados também participaram. (FOTO: CÁSSIO CENIZ)